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quarta-feira, 19 de julho de 2017

209.º Centenário da Batalha do Vimeiro (dias 14 a 16 de julho de 2017) - Reportagem fotográfica (2)



Caríssimos(as),

Como é habitual em qualquer evento de recriação histórica, o momento mais esperado está sempre associado à visualização dos combates histórico-militares!



Este ano e uma vez mais, os recriadores históricos estiveram à altura das expetativas criadas e proporcionaram momentos únicos ao numeroso público que se deslocou ao Vimeiro, para assistir a esses combates, a começar pela batalha noturna.



Graças ao excelente trabalho realizado da organização do evento, o campo de batalha apresentava as condições necessárias para a movimentação das tropas, para além de permitir uma adequada visualização por parte do público.



Depois de uma longa (...) noite de sono, na manhã de domingo todos os soldados histórico-militares apresentaram-se à formatura já recuperados e prontos para novos combates!


E aqui temos um soldado caçador (o nosso amigo Vasco Belchior), do Batalhão de Caçadores nº 6, a dar o exemplo através dos tiros certeiros que dirigiu às tropas francesas invasoras.


A artilharia portuguesa, por seu lado, deu também um contributo relevante para os combates urbanos, mostrando que as habitações do Vimeiro continuam a ser detentoras da necessária qualidade edificativa, tendo em conta que resistiram às ondas de choque provocadas pela artilharia.

Todavia, caso entretanto venham a surgir fissuras nas paredes ou telhados das casas do Vimeiro, desde já fica aqui uma nota no sentido de que eventuais reclamações a esse respeito não podem ser dirigidas aos recriadores históricos, porquanto estes têm um cabimento orçamental muito limitado...


 

O culminar dos combates histórico-militares no domingo traduziu-se no assalto das tropas francesas à centenária igreja do vila do Vimeiro, local este que foi palco de violentos combates, no decurso da Batalha do Vimeiro, ocorrida no dia 21 de agosto de 1808.

Tal como sucedeu há cerca de duzentos anos atrás, este evento saldou-se por uma retumbante vitória do exército luso-inglês!

Aqui ficam sinceros agradecimentos e felicitações a todos os nossos camaradas e amigos da AMBV, extensíveis a todas as entidades públicas e privadas que, direta ou indiretamente, participaram e/ou colaboraram na realização deste evento, pela colaboração e pelo apoio dispensados aos recriadores históricos presentes.

O Vimeiro e a Lourinhã continuam a ter um projeto muito relevante, à semelhança daquele que existe no concelho de Almeida, em termos da demonstração daquilo que é possível fazer para promover a História de Portugal, numa vertente lúdica e pedagógica, com reflexos relevantes ao nível do desenvolvimento local e em termos da promoção e do desenvolvimento do Turismo Militar.

Os nossos camaradas da AMBV poderão continuar a contar com o apoio e com a colaboração dos soldados histórico-militares do GRHMA, no decurso dos "combates" pela promoção e pela divulgação da História de Portugal!


Autoria das imagens: Fernando, Carlos, Armando.



Pedro Casimiro




terça-feira, 18 de julho de 2017

209.º Centenário da Batalha do Vimeiro (dias 14 a 16 de julho de 2017) - Reportagem fotográfica (1)


Caríssimos(as),

No passado fim de semana realizou-se mais um evento evocativo da memorável Batalha do Vimeiro, ocorrida no dia 21 de agosto de 1808, organizado pelo Município da Lourinhã, com a colaboração indispensável dos nossos camaradas e amigos da Associação para a Memória da Batalha do Vimeiro (AMBV).



Um dos momento marcantes, ocorrido na manhã de sábado dia 15 de julho, traduziu-se na cerimónia solene de apresentação e receção dos recriadores históricos presentes neste evento por parte do executivo camarário do Município da Lourinhã, junto aos Paços do Concelho.


Esta cerimónia constituiu ainda uma oportunidade para os nossos camaradas da AMBV fazerem uma apresentação formal do novíssimo destacamento de infantaria francesa que foi criado no Vimeiro, evocativo do Regimento de Infantaria de Linha nº 32.


Claro está que os nossos soldados mais elegantes e fotogénicos não perderam esta oportunidade para aparecerem nas mais diversas poses fotográficas, sendo que esta foto em particular alude ao facto de o concelho da Lourinhã ser detentor de um dos patrimónios paleontológicos mais ricos do mundo, na sequência da descoberta, no ano de 1993, de um dos maiores e mais antigos ninhos de dinossauros conhecidos.




Como é habitual, existiram também abundantes oportunidades para fotografar as nossas elegantes e simpáticas recriadoras históricas, detentoras de trajes em uso pelas mais diversas classes sociais em Portugal, no início do séc. XIX.



O acampamento histórico, que esteve ativo no decurso de todo o evento, constituiu uma oportunidade de ouro para o público tomar contato com alguns dos aspetos que caraterizavam o dia a dia e as agruras de um soldado em campanha, no decurso das invasões francesas.


Brevemente teremos aqui mais imagens interessantes deste evento!

Autoria das imagens: Fernando, Carlos, Armando.


Pedro Casimiro





quarta-feira, 12 de julho de 2017

Inauguração do Centro de Interpretação das Linhas de Torres Vedras (Forte de S. Vicente), em Torres Vedras (dia 1-7-2017)


Caríssimos(as),

No passado dia 1 de julho realizou-se uma cerimónia solene de inauguração do Centro de Interpretação das Linhas de Torres Vedras, que irá ficar instalado no recentemente remodelado Forte de S. Vicente, em Torres Vedras.

Trata-se de mais um investimento de vulto do Município de Torres Vedras ao nível da promoção e da divulgação do património histórico-militar do respetivo concelho, designadamente em termos da demonstração do relevantíssimo papel e da contribuição desempenhada pelas chamadas Linhas de Torres Vedras, para a derrota do Exército Imperial Francês de mais de 60.000 homens que, no ano de 1810, invadiu Portugal apostado em terminar, pela força das armas e de uma vez por todas, com a resistência do povo português.

Para além dos méritos próprios, decorrentes da existência no Forte de S. Vicente de um conjunto pedagógico muito interessante, que inclui peças museológicas, infografias, maquetas, recursos áudio, audiovisual e multimédia, este equipamento cultural constitui ainda um complemento muito relevante à chamada Rota Histórica das Linhas de Torres e à respetiva rede de Centros Interpretativos, que possui um potencial muito relevante ao nível da promoção e do desenvolvimento do Turismo Militar, associado às chamadas Invasões Francesas ou Guerra Peninsular.



Outro equipamento muito interessante, que pode ser encontrado neste local, é o chamado telégrafo visual, que constituiu, no início do séc. XIX, uma peça fundamental ao nível das comunicações militares entre os vários e geograficamente dispersos fortes que integravam as fortificações das Linhas de Torres e o respetivo centro de comando.

É, por isso, de louvar mais esta iniciativa do Município de Torres Vedras na perspetiva da divulgação de um importante património histórico nacional e regional, facto que constitui mais um indício relevante da especial  sensibilidade dos respetivos responsáveis autárquicos ao nível da promoção e do desenvolvimento cultural deste concelho.


Imagens foram retiradas DAQUI.



Pedro Casimiro



sexta-feira, 7 de julho de 2017

209.º Centenário da Batalha do Vimeiro - Recriação Histórica e Mercado Oitocentista: dias 14 a 16 de julho de 2017


Caríssimos(as),

Está próxima a data da realização, no Vimeiro, de mais uma importante recriação histórica, alusiva ao período das Invasões Francesas!

Entre os próximos dias 14 e 16 de julho, as acolhedoras populações do Vimeiro e da Lourinhã irão receber a visita de várias dezenas de recriadores históricos, nacionais e estrangeiros, que irão contribuir para recriar, com fidelidade e rigor, o memorável evento histórico ocorrido há mais de duzentos anos, naquela localidade.

A Batalha do Vimeiro, que teve lugar no dia 21 de agosto de 1808, traduziu-se no segundo grande embate entre o Exército Imperial Francês e o Exército Luso-inglês, comandado pelo general Arthur Wellesley (mais conhecido por Duque de Wellington), após a realização da Batalha da Roliça, ocorrida no dia 17 desse mesmo mês, na sequência do desembarque do Exército Inglês na praia de Lavos, ocorrido no dia 1 de agosto desse ano. 

Assim e no curto espaço de tempo de um mês e na sequência da assinatura da Convenção de Sintra (30 de agosto de 1808), formalizou-se a saída do Exército Imperial Francês do território nacional, embora carregado com armas e muitas bagagens (e a maior parte da quais nem sequer lhes pertenciam...).

Será esta, por isso, mais uma oportunidade para evocar e vivenciar condignamente a História de Portugal, com toda as emoções associadas à visualização dos soldados histórico-militares a fazerem disparos de mosquetes e de peças de artilharia de época!


Pedro Casimiro




terça-feira, 4 de julho de 2017

Feira de Artes e Cultura: Almeida (30 de junho a 2 de julho de 2017) - Reportagem fotográfica

Caríssimos(as),

Aqui ficam algumas imagens relativas ao interessante evento cultural recentemente realizado na vila de Almeida, que contou com a já indispensável presença de um destacamento histórico-militar do GRHMA.



A sessão solene de abertura decorreu como habitualmente nos Paços do concelho, que se traduziu numa cerimónia evocativa e comemorativa da História e das Tradições do concelho de Almeida, refletidas na celebração do respetivo feriado municipal.

 
 

Este evento contou ainda com a habitual prova de hipismo, que trouxe a Almeida experientes atletas, das mais diversas faixas etárias.

Autoria das imagens: Armando Rui.


Pedro Casimiro






segunda-feira, 3 de julho de 2017

Exposição Temporária no Museu Militar de Almeida: "O GRHMA e a divulgação da História" - dias 29 de junho a 18 de agosto de 2017


Caríssimos(as),

Foi recentemente inaugurada no Museu Histórico-Militar de Almeida uma exposição que é de visita obrigatória!

Trata-se da interessante exposição intitulada "O GRHMA e a divulgação da História", que sem dúvida irá contribuir para promover um conhecimento mais alargado, junto do público em geral, do contributo que a Associação Cultural Grupo de Reconstituição Histórica do Município de Almeida vem fazendo ao longo de mais de uma década a favor da promoção e da divulgação da História de Portugal, em especial do período histórico associado ao primeiro quartel do séc. XIX, o qual influenciou várias gerações de portugueses e a própria sociedade portuguesa até à presente data.

Na verdade, os soldados do Exército Imperial Francês não trouxeram, à Península Ibérica, aos vastos territórios por onde passaram e às populações que neles habitavam, apenas destruição e sofrimento

Trouxeram também novos ideiais, revolucionários para a época, na perspetiva das Monarquias Continentais, associados às ideias de liberdade, igualdade e fraternidade e associados ao imperativo da participação dos povos na gestão dos destinos das Nações.

Esse ideário, agora dito democrático, encontrou terreno fértil e germinou nos corações de milhões de cidadãos(ãs) e em múltiplos países e esteve na origem das chamadas Revoluções Liberais, que no caso português ocorreu no dia 24 de agosto de 1820, as quais, além do mais, pretenderam promover a ideia da felicidade e da igualdade como projeto global de uma sociedade, enquanto valores de todos e para TODOS os que nela vivem, sem distinções de classes, alcançável designadamente através da promoção de um sistema de ensino universal.

Penso que será razoável afirmar que o GRHMA incorpora, também, este ideário, na medida em que constitui um veículo ou meio através do qual cidadãos(ãs) voluntários(as) podem participar e contribuir ativamente para a comunidade, embora abdicando de algum conforto, mas prestando um auxílio relevante ao nível da promoção da História de Portugal, em geral e da divulgação da História e Tradições do concelho de Almeida, em particular.

Estes são alguns dos motivos que justificam uma visita a esta excelente exposição, que possui o selo de qualidade decorrente de ser organizada pelo Museu Histórico-Militar de Almeida e que irá sem dúvida ajudar a compreender os termos e as condições em que este trabalho vem sendo desenvolvido.

Esta será ainda uma oportunidade a não perder para o recrutamento de novos elementos civis e militares para GRHMA!


Pedro Casimiro






terça-feira, 27 de junho de 2017

Feira de Artes e Cultura: Almeida, dias 30 de junho a 2 de julho de 2017


Caríssimos(as),

Aqui fica uma nota informativa relativa a mais um evento cultural interessante, que vai ter lugar na garbosa vila de Almeida, entre os dias 30 de junho e 2 de julho próximos.

Este evento insere-se nas comemorações do feriado municipal de Almeida, associado à data de 2 de julho, que constitui uma data evocativa do chamado Combate do Côa, ocorrido no dia 24 de julho de 1810, que se traduziu uma tentativa, da parte do Exército Imperial Francês, de capturar a chamada Divisão Ligeira, do Exército luso-inglês, na altura comandada pelo General Robert Craufurd.

Através de um avanço enérgico e marcado por uma superioridade numérica do lado francês, o General Michel Ney tentou surpreender e destruir esta unidade de elite do exército luso-inglês, facto que só foi evitado devido à disciplina e à bravura demonstrada pelos soldados luso-ingleses no campo de batalha, que lograram fazer uma retirada através da ponte do rio Côa e assim evitar a captura.

Com um programa cheio de focos de interesse e que irá também contar com a habitual e indispensável presença do GRHMA, na respetiva cerimónia de abertura, está em causa um evento a não perder!


Pedro Casimiro




"Dançar em Tempo de Guerra" - Centro de Interpretação da Batalha do Vimeiro, dia 1-7-2017




Caríssimos(as),

A moda das danças oitocentistas está a pegar!

Numa altura em que em Almeida os serões já estão a ser passados na realização de treinos de aperfeiçoamento dos volteios típicos das danças do início do séc. XIX, agora é a vez da implementação desta atividade no Vimeiro, permitindo às simpáticas gentes do Oeste a aprendizagem desta interessante atividade lúdica, de cariz histórico-cultural.

Por este motivo, o próximo dia 1 de julho só será bem passado se for passado no Centro de Interpretação da Batalha do Vimeiro, a aprender danças oitocentistas!

Pedro Casimiro




domingo, 25 de junho de 2017

Apresentação da 1ª Cimeira Mundial de Turismo Militar 2018 (Military Tourism World Summit 2018): Elvas, 23 de junho de 2017


Caríssimos(as),

No passado dia 23 de junho teve lugar, na formosa cidade de Elvas, a cerimónia de apresentação de um interessante evento com projeção internacional, que sem dúvida irá contribuir para projetar o Turismo Militar nacional para outras dimensões.

Trata-se da 1ª Cimeira Mundial de Turismo Militar, que se irá realizar em Elvas, no ano de 2018.


Esta cerimónia, que contou com a presença, designadamente, do Sr. Secretário de Estado da Defesa Nacional, do Sr. Presidente da Câmara Municipal de Elvas e da Srª Subdiretora da Direção-geral de Recursos da Defesa Nacional, entre outras individualidades civis e militares, ficou marcada pela assinatura do Memorando de Entendimento da Cimeira Mundial de Turismo Militar.



Este evento contou ainda com a presença de uma delegação dos nossos camaradas e amigos da Associação para a Memória da Batalha do Vimeiro e da Associação Portuguesa de Recriação Histórica, que abrilhantaram o mesmo, contribuindo para sublinhar a relevância do movimento nacional associado às recriações históricas das Invasões Francesas, em matéria de promoção do Turismo Militar.

Autoria das imagens: Linhas de Elvas e Notícias de Campo Maior.


Pedro Casimiro





sexta-feira, 23 de junho de 2017

Cerco de Ciudad Rodrigo e Batalha de Fuentes de Oñoro - Reportagem fotográfica (2)

Caríssimos(as),

Como sucede habitualmente , às formaturas e às marchas seguiu-se a parte mais interessante de qualquer evento: os combates histórico-militares!

 

Aqui temos alguns dos nossos camaradas e amigos da AMBV em formação de linha e preparados para o combate!

Os soldados da AMBV aproveitaram este evento para estrearem as suas novíssimas pantalonas brancas, mais apropriadas ao clima do verão, embora a sarja não seja propriamente o tecido dotado das melhores propriedades refrigeradoras, para esta época histórica...



Uma vez mais, o contingente português de infantaria de linha dos R.I. nº 23 e nº 19 esteve à altura das suas responsabilidades, tendo despertado a atenção do público e a admiração dos outros recriadores históricos presentes neste evento, por via da sua qualidade em termos operacionais.



O mesmo tendo sucedido com o nosso contingente de infantaria ligeira, do Batalhão de Caçadores nº 6 e da Leal Legião Lusitana, que esteve integrado num destacamento desta arma que reuniu elementos de outros grupos, sob a responsabilidade do nosso amigo Rob Bissel, que teve igualmente um desempenho de qualidade.


 

Ao contrário daquilo que é habitual, o nosso destacamento de artilharia do R.A. nº 4 foi obrigado a ocupar uma posição de combate estática, destinada a abrir brechas nas muralhas de Ciudad Rodrigo, de molde a permitir o assalto da infantaria, o que se revelou um pouco difícil, devido ao facto de estarem a ser feitos disparos de pólvora seca.

Ficou a intenção...



O assalto às muralhas promovido pelo exército luso-inglês foi duro, mas foi coroado de sucesso!



Os bravos soldados do Exército Imperial Francês fizeram um esforço digno e corajoso, mas não conseguiram evitar que o Cerco de Ciudad Rodrigo conhecesse o mesmo desfecho ocorrido no ano de 1812!



E aqui temos algumas das elegantes e simpáticas senhoras do nosso departamento civil, que apesar de não terem conseguido participar em "combates", como gostariam, deram um contributo muito relevante para este evento!



A nossa amiga Sara, que vemos aqui a aproveitar uma sombrinha, também marcou presença neste evento.


A Polónia fica já mesmo ali ao lado, tendo sido este o motivo pelo qual este evento contou também com a presença de alguns recriadores históricos provenientes desse simpático país, evocando, designadamente, os bravos soldados da Legião do Vístula, que combateram ao lado de Napoleão.
 

E aqui temos um soldado granadeiro, do Exército Imperial Francês, empunhando com orgulho a tão cobiçada bandeira regimental, coroada por uma águia imperial francesa.


Os nossos amigos de Burgos, liderados pelo nosso amigo Diego Gil, também estiveram presentes neste evento, onde marcaram a diferença através do seu habitual rigor e postura marcial.



O nosso amigo Miguel Bonmati também esteve presente neste evento, onde colocou ao serviço das suas tropas a sua reconhecida experiência e competência técnica, enquanto recriador histórico.
 

É mandatória a realização de cerimónias evocativas da memória dos soldados caídos em combate e ao serviço das respetivas Pátrias, em relação a todos os países beligerantes, no decurso deste tipo de eventos, que possui a dupla função de manter viva a respetiva memória e de contribuir para a harmonia entre diferentes povos, de molde a evitar definitivamente o recurso à guerra como via de resolução de conflitos entre diferentes países.


E aqui podemos ver a placa elaborada pelo nosso amigo Rui Silva e representantiva do GRHMA, que foi colocada em local visível, de molde a assinalar a todos os recriadores históricos a localização do contingente português, no decurso deste evento!


Autoria das imagens: variados e muito competentes fotógrafos(as).


Pedro Casimiro